| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | ||||||
| 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 |
| 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 |
| 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 |
| 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 |
Não sei quem foi que começou com a mania de ensinar às crianças a chamar as pessoas mais velhas de "tia" ou "tio".
No meu tempo de criança, professora era professora, e não tia. Na minha adolescência, mães de amigos meus eram Dona Fulana, e não tia Fulana.
Esclarecendo, sem precisar recorrer ao dicionário: tia é a irmã do seu pai ou da sua mãe.
A mulher do irmão do seu pai ou da sua mãe também é sua tia.
Com alguma condescendência, aquela amiga de infância da sua mãe que te viu nascer, pode ser chamada de tia.
E ponto final!
Professora não é sua tia, a mãe do seu amigo também não é sua tia, muito menos qualquer mulher mais velha do que você é sua tia!
Eu fico bolada quando me chamam de tia sem ser meu sobrinho. Principalmente se for algum galalau de 20 anos que ainda acha que está no jardim da infância!
Ah, qualéééé??? Eu juro que não tem nada a ver com complexo de idade, essas coisas. Mas eu acho que é uma intimidade forçada, me deixa constrangida.
Até aqueles moleques na rua que vem com o papo: "aê, tia, me dá um trocado" eu corrijo. Falo: não sou sua tia.
Não quero que os amigos do meu filho me chamem de "dona", prefiro que me chamem pelo nome. Mas TIA, never!
Tem uma variante que eu abomino mais ainda. É o "minha tia", que geralmente vem acompanhado de um "aê..." ou de um "ô...". Para esses não tem perdão. Armo barraco mesmo: "tia é o cacete!", "vê se eu tenho cara de ser sua tia!"
Sei que vai ter gente achando: "ah, que exagero..., tia é um tratamento carinhoso..."
Carinhoso é o cacete! É falta de educação mesmo! Mas, fazer o que, se até nos programinhas de adolescente da televisão a galera usa esse tratamento?
Vou criar uma comunidade no Orkut chamada Tia é o cacete! Garanto que vai ter muita "tia" aderindo!
Essa lista me foi enviada por e-mail. Achei interessante e acrescentei algumas coisas. Nada como a experiência para nos ensinar coisas que parecem tão óbvias.
Nunca estamos velhos demais para aprender.
Antes tarde do que muito tarde...
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não
pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com
você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir
e um laxante na mesma noite.
7. Nunca revele ao seu marido/esposa todas as travessuras que você aprontou antes de conhece-lo(a). O que você disser poderá um dia ser usado contra você.
8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "compulsão"...
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito. (essa é a mais pura verade!)
10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador
solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu
o Titanic.
A galera do meu tempo com certeza se lembra daquelas cartas-correntes que recebíamos, geralmente sem remetente. Tais cartas prometiam mundos e fundos a quem repassasse a corrente para certo numero de pessoas, da mesma forma que ameaçavam com a desgraça em vida a quem não passasse a corrente adiante.
Os mais preguiçosos faziam xerox da carta recebida e mandavam para os conhecidos. Geralmente uma cópia de péssima qualidade, pois já era cópia da cópia da cópia. Os mais temerosos, com medo das maldições, tinham a pachorra de copiar N vezes a tal carta antes de envia-la às próximas vítimas.
Com o advento do computador...surprise!!!!! As tais correntes chegaram a internet, para meu desespero e o de muitas pessoas. O conteúdo não mudou muito, mas a forma de envio...quanta diferença! Basta clicar em "enviar" e lá vai a maldita corrente internet afora. Sem precisar xerocar, sem gastar um centavo com selos, sem ficar na fila do correio...simples assim!
Tem certas pessoas que a-do-ram me mandar esse tipo de coisa. Eu não tenho a menor paciência para aqueles PPSs com figuras de anjinhos e bichinhos, as paisagens bucólicas e aquelas letrinhas pingando pouco a pouco. Muito menos para as musiquinhas de fundo e reflexões filosóficas sobre tudo e sobre nada.
Minha neurose chegou a tal ponto que só de ler o título de uma mensagem e desconfiar que é corrente eu já deleto. Algumas conseguem me enganar e quando eu abro me enfureço ainda mais.
Não suporto aquele papo da "corrente que já rodou o mundo seilaquantas vezes", "corrente do Dalai Lama", "corrente de Nossa Senhora de Numseioque"... ai que raiva! Pelo menos podiam deixar Nossa Senhora fora disso!
Se as maldições que as correntes prometem a quem não passa-las adiante forem verdadeiras, estou ferrada pelas próximas 18 encarnações.
Pelo menos agora existe uma vantagem: a gente sempre sabe quem nos mandou a corrente. Não dá para o remetente ficar escondido, como no tempo das cartas.
O problema é que as pessoas que nos enviam, geralmente são amigas. Boas pessoas no fundo, mas com o pequeno defeito de enviar correntes aos amigos (afinal, quem não tem defeitos?).
Gostaria de perguntar a algum especialista em etiqueta como dizer para essas pessoas que eu odeio correntes; e que ao invés de me mandar enfiem as ditas cujas lá onde o sol não bate, sem ofende-las. Afinal, sou uma moça educada e não gostaria de ferir os sentimentos de ninguém.
Antes era creme rinse. Agora é condicionador.
Antes era Confette. Agora é M&M's.
Antes era collant. Agora é body.
Antes era reflexo. Agora é highlight.
Antes era nos bastidores. Agora é making off.
Antes era programa de entrevista. Agora é talk show.
Antes era curtir, zoar. Agora é causar.
Antes era alisamento. Agora é relaxamento.
Antes era pasta de dente. Agora é creme dental.
Antes era cansaço. Agora é stress. (bota stress nisso...)
Antes era medico de senhoras. Agora é ginéco.
Antes era primário. Agora é ensino fundamental.
Antes era walkman. Agora é iPod.
Antes era acetona. Agora é removedor de esmaltes.
Antes era guloseimas. Agora é porcarias.
Antes era manobrista. Agora é vallet.
Antes era namorar. Agora é ficar.
Tenho a leve impressão de que estou ficando velha...
Obs. Descaradamente copiado da comunidade Anos 70 do Orkut.